Querido, adorável, desejável, velhinho Phoenix, não demore a vir!
"Love grieves me for that same
name, this hour,
Near Vendôme, on the
banks of Loir,
Like a Phoenix born again
from my pain."
Inevitable: fluir fluir fluir...
Livros que quero, mas nunca li:
The Secret of the Golden Flower (traduzido por Richard Wilhelm)
Taoist Yoga, Charles Luk
The Zohar
Sepher Yetzirah
Portae Lucis
Autores: como Gershon Scholen e Aryeh Kaplan
Para quem se interessa, os Grão-Mestres do Templo foram:
Hugo de Payns (1119-1136)
Roberto de Craon (1137-1149)
Everardo de Barres (1149-1152)
Bernardo de Trémélay (1152-1153)
André de Montbard (1153-1156)
Bertrand de Blanquefort (1156-1169)
Filipe de Nablus (1169-1171)
Odon de Saint-Amand (1171-1179)
Arnoldo de Torroya (1180-11 (84)
Gérard de Ridefort (1185-1189)
Roberto de Sablé (1191-1193)
Gilberto Erail (1194-1200)
*Filipe de Plessiez (1201-1209)
Guilherme de Chartres ((1210-1219)
Pedro de Montaigu (1219-1232)
Armando de Périgord (1232-1244)
Ricardo de Bures ((1244-1247)
Guilherme de Sonnac (1247-1250)
Reinaldo de Vichiers (1250-1256)
Tomás Bérard (1256-1273)
Guilherme de Beaujeu ((1273-1291)
Teobaldo Gaudin (1291-1293)
*Jacques de Molay (1293-1314)
Mudando de assunto, saudades de Raymond Chandler. Portanto: "Ele era como alguém que a gente encontra a bordo de um navio e chega a conhecer muito bem, embora nunca o conheça realmente. Ele foi-se como o cara que diz até logo no cais, vamos ficar em contato, meu velho, e você sabe que não e ele também. E é mais do que provável que nunca mais veja o cara de novo. Se encontrá-lo, ele será uma pessoa totalmente diferente, apenas mais um rotariano num vagão de trem. Como vão os negócios? Bem, nada mal. Você está ótimo. Você também, oh, ganhei uns quilinhos a mais. Nós todos, não é? Lembra-se daquela viagem no "Franconia" (ou qualquer que seja o navio)? Ah, claro, uma viagem legal, não é mesmo? Viagem legal o diabo. Uma chateação só. Você apenas bateu papo com o cara porque não tinha ninguém mais por perto que interessasse. Talvez tenha sido assim com Terry Lennox e eu. Não, não foi bem assim. Eu ganhei as rebarbas dele. Sobrou pra mim. Investi tempo e dinheiro nele, e três dias na geladeira, sem contar o soco no queixo e uma porrada no pescoço que ainda doía cada vez que eu engolia. Agora ele estava morto e eu nem podia sequer lhe devolver os quinhentos dólares. Isto me chateava. São sempre as coisas pequenas que chateiam a gente."
("O Longo Adeus", Raymond Chandler, Philip Marlowe about Terry Lennox)
*** Meu Deus, por que a chuva sempre me faz lembrar de Raymond Chandler?
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